domingo, 6 de maio de 2018

                                                             A JUSTIÇA BRASILEIRA.
                                                          ESCREVEU: DAVI CALISTO.
Em quem vou acreditar
Aqui nesse meu País
Porque até a justiça
Não sabe mais o que diz
O Supremo Tribunal
A ultima instância afinal
Disfaz o que ele fez
Juízes sem competência
Sem usar jurisprudência
E se nenhuma altivez

Se a justiça talvez
Não fosse manipulada
Julgasse com isenção
Sem precisar ser vendada
Diante de sua ação
Não fizesse divisão
Entre o rico e o pobre
Sem privar a liberdade
Usando de igualdade
Entre o plebeu e o nobre

Entre o ouro e o cobre
Usasse a isonomia
Não julgasse pela posse
E sim por autonomia
Agindo com disciplina
Nunca receber propina
Para fazer julgamento
Fosse cega de verdade
E na sua autoridade
Manter o seu argumento

As leis como juramento
Fosse seguida a rigor
Não fizesse diferença
Entre o pobre e o doutor
Uma justiça sem partido
Sem proteger o bandido
Que rouba nosso sossego
Desse vez ao cidadão
Não protejesse o ladrão
A quem estamos pedindo arrego

Um País com mais emprego
Renda bem distribuída
Inocentes sem morrerem
Vítima de bala perdida
Sem o crime organizado
No comando do Estado
Sem poder se defender
Justiça dando suporte
Para controlar a morte
De quem precisa viver
Lula está na prisão
Eu queria fazer crítica
Mas a nossa política
Tem muita corrupção
Não vou defender ladrão
Que está encarcerado
Senador e Deputado
No Senado Federal
Defendendo o capital
E o pobre desprezado
Lula não é da elite
Mas nela está infiltrado
Quando ele foi Deputado
Errou mas não admite
Votou contra acredite
A atual Constituição
Fez parte do mensalão
Mas se dizia inocente
Seu partido é conivente
Com quem roubou a Nação
Eu vi na Televisão
A vocês eu asseguro
Lula defender Maduro
Esse politico ladrão
Agindo sem compaixão
Ali na Venezuela
Ao povo causou sequela
Com a sua tirania
Longe da democracia
Que acreditamos nela
Como posso acreditar
Se alguém não se redime
E que defende um regime
Que é ante popular
No Brasil quer implantar
O ódio e o ostracismo
Valoriza o comunismo
Um regime ultrapassado
Que onde foi implantado
Gerou guerra e egoismo
Não sou dono da verdade
Nem quero sair em fuga
Eu não vou defender Cuba
Porque não tem liberdade
A sua sociedade
Vive numa opressão
Se alguém tem uma profissão
O que ganha é dividido
Pra sustentar um partido
Pra fazer subversão
Não quero ser iludido
Sentindo os ventos suaves
Não defendo um Hugo Chaves
Nem tão pouco o seu partido
Putin na Rússia é querido
No comando da Nação
É protetor de espião
Kim Jong-un tem seu suporte
Pra na Coréia do Norte
Ter da Rússia a proteção
Escreveu: Davi Calisto

Sua vida foi descreta
Por sua simplicidade
Um homem de muita fé
Foi meu tio na verdade
Exemplo de humildade
A sua comunidade
Foi por ele respeitada
Pra família uma coluna
Ele deixa uma lacuna
Que não será completada

A sua história narrada
Tem capítulo interessante
Zelou pelo seu caráter
Viveu de forma vibrante
Foi bom pai e bom esposo
Era um amigo zeloso
Ele amava o que fazia
O homem de confiança
Seu coração de criança
Mostrava a sua alegria

Tio Toinho foi garantia
Enquanto aqui viveu
Um amante do trabalho
Nunca foi um homem ateu
Com muita luta e peleja
Construiu uma igreja
Para fazer devoção
Viveu com dignidade
Foi um homem de bondade
Lutou com dedicação

Um bom filho e bom irmão
Tio Toinho foi tudo isso
Foi um avô exemplar
Sempre teve compromisso
Quem o meu tio conheceu
Chorou quando ele morreu
Por tudo que ele fez
A família tinha amor
Foi um pacificador
E o mais puro camponês

Ao chegar a sua vez
Meu tio foi paciente
Nunca se desesperou
Mesmo estando doente
Foi sempre resignado
Com quem estava ao seu lado
Tratava com gentileza
Tinha amor pela vida
Sua repentina partida
Nos deixou grande tristeza
Escreveu: Seu sobrinho, Davi Calisto.


VERSOS DEDICADOS A MINHA ESPOSA, ANA LIMA, PELA PASSAGEM DE SEU ANIVERSÁRIO.

Vai fazer quarenta anos
Que eu estou vivendo ao seu lado
Você hoje aniversaria
E eu tenho observado
Cada momento que passa
Meu coração acha graça
Por eu ser apaixonado


O que ficou no passado
Tudo que a gente viveu
A nossa história de amor
E tudo que aconteceu
Nessa construção de vida
Você é minha querida
O amor que Deus me deu

Nossa família cresceu
Nós estamos envelhecendo
Mas com o passar do tempo
O amor foi florescendo
Diante os fatos concretos
Hoje já temos seis netos
E Deus nos favorecendo

Hoje o que estou querendo
É poder lhe abraçar
Ter você como parceira
E a você desejar
Longa vida com saúde
E que Deus do céu me ajude
Eu viver para lhe amar

Como rainha do lar
Você é bela e perfeita
A mulher que me completa
Que me ama e me aceita
Amor assim Deus consagra
Hoje em dia é coisa rara
Quem ama assim se respeita

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018



OS MALES DO CARNAVAL.
ESCREVFEU: DAVI CALISTO NETO
ANTÔNIO MARTINS-RN, 09/02/2018.


O carnaval é uma festa
Onde acontece de tudo
Os princípios são quebrados
O caráter é desnudo
A vergonha é esquecida
Desvaloriza-se a vida
Em busca de emoções
Virgindades são perdidas
Com as mulheres despidas
Provocando incitações

Depois de pintar a cara
A juventude extravasa
Uma festa pornográfica
Que o desejo cria asa
A mulher fica barata
Tudo aceita, tudo acata.
Sem nenhuma restrição
Tudo em nome do amor
Perde-se todo pudor
Na prática da relação

Ver-se em cada folião
Um misto de ansiedade
Os sonhos de aventuras
A falsa felicidade  
Paixões mal correspondidas
 Relações não resolvidas
De algum carnaval passado
O sexo sem proteção
Que gerou um embrião 
Que depois foi abortado

Como fruto do pecado
De um amor sem compromisso
O carnaval é a festa
Que acontece tudo isso
Três dias de empolgação
Onde cada folião
Esquece a identidade
Deixa tudo acontecer
Tudo em nome do prazer
Longe da realidade

Festa da promiscuidade
Onde tudo é permitido
O homem deixa a mulher
A mulher larga o marido
Em busca de aventura
Finda fazendo loucura
Num frenesi sem saída
Na farra e na bebedeira
Finda fazendo besteira
E perdendo a própria vida

As jovens desiludidas
Com juras falsas de amor
Muitos beijos foram dados
Sem ter paixão nem sabor
Muitas delas se entregam
Depois do Carnaval carregam
Os filhos indesejados
Seus efeitos são complexos
Sem limitações de sexos
No carnaval praticados



      
 

   
                                             MOTE: SILVANO LYRA 
                                   ESCREVEU: DAVI CALISTO NETO

Louro Branco foi um mito
Como ele eu não vejo
Era o rei do gracejo
Seu talento era infinito
Deixou um acervo escrito
Canções que o povo adora
Quem recordar dele chora
Eu mesmo sou um da lista
Louro Branco o repentista
Sem avisar foi embora

Com o seu chapéu virado
Ele reinou majestoso
Tinha um ticte nervoso
Mas sempre foi respeitado
O seu verso improvisado
Que tanto o poeta explora
Quem só escreve e decora
Fica difícil a conquista
Louro Branco o repentista
Sem avisar foi embora

Foi simples como um cordeiro
Com um linguajar de matuto
Mas foi um poeta astuto
O seu verso era ligeiro
Respeitava o companheiro
No seu lugar ou lá fora
A poesia hoje chora
Mas o céu ganhou conquista
Louro Branco o repentista
Sem avisar foi embora

Subiu para eternidade
Esse vate nordestino
Seu coração de menino
Vai deixar muita saudade
Um homem de lealdade
Respeitou sua senhora
Hoje no céu ele mora
Cantando e dando entrevista
Louro Branco o repentista
Sem avisar foi embora



domingo, 19 de novembro de 2017

                                                    MOTE; RONALDO CUNHA LIMA
                     DELEGADO NÃO PRENDA O VIOLÃO/DO BOÊMIO QUE CANTA                                                                                             APAIXONADO:
                                                   ESCREVEU; DAVI CALISTO NETO.

Ao perder seu amor que me conforta
Eu saí pra busca o que me resta
Para ela eu fiz uma seresta
E cantei uma canção na sua porta
Por estar com a esperança quase morta
Mesmo assim esperava um resultado
Mais uma vez fui por ela desprezado
Que de mim nunca teve compaixão
Delegado não prenda o violão
Do boêmio que canta apaixonado

Eu saí pelas ruas solitário
Pra rever um amor que foi perdido
E por eu me encontrar desiludido
Procurei não fazer nada ao contrário
Eu de fato não sou um ordinário
Mais por ela jamais fui perdoado
Sem ter crime tornei-me um condenado
E fiquei entre as grades da prisão
Delegado não prenda o violão
Do boêmio que canta apaixonado

Quando a lua surgiu eu me inspirei
Com seu brilho e também com sua cor
Na calçada eu cantei pra meu amor
Nessa noite tristonha eu chorei
E diante de tudo que eu passei
Nem se quer fui por ela cortejado
Eu que fui seu primeiro namorado
Esperava obter o seu perdão
Delegado não prenda o violão
Do boêmio que canta apaixonado 

Entre nós existia um instrumento
Causador dessa minha desventura
Violão que faz parte da cultura
E também consolou meu sofrimento
Foi a ele que eu fiz um juramento
De jamais me tornar um derrotado
O amor que eu perdi foi superado
Eu não quis comentar essa cisão
Delegado não prenda o violão
Do boêmio que canta apaixonado

Seus acordes me trazem alegria 
Ele é meu eterno companheiro 
E sem ele eu não sou um seresteiro
Que hoje troco a noite pelo dia 
Sou parceiro de sua melodia 
De um amor que eu fui subjugado 
Ele é quem me tem acompanhado
Me ajudando esquecer essa paixão 
Delegado não prenda o violão 
Do boêmio que canta apaixonado